Miguel Coelho corre para acelerar obras para melhorar índices de rejeição após fechar 2017 com 72% de desaprovação

O prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB), fechou o ano com uma desaprovação de 72% do seu governo, junto à população. Os números refletem uma série de problemas urbanos nas áreas de saneamento básico, saúde, lazer, segurança pública, entre outras, que estão aflingindo as comunidades periféricas da capital do sertão, gerando desgaste e reprovação para o gestor.

Para reverter o baixo desempenho durante o ano passado, o chefe do executivo iniciou 2018 com uma agenda propositiva, onde realiza vistoria de obras, dá ordens de serviço e inaugura aparelhos públicos, ora da sua administração, outrora da gestão passada.

No estado de Pernambuco, Miguel Coelho foi o prefeito que mais conseguiu arrecadar recursos oriundos do Governo Federal, principalmente, através de emendas parlamentares, onde contou com o apoio dos deputados Gonzaga Patriota e Adalberto Cavalcanti, além do Ministro de Minas e Energia, Fernando Filho e do senador, Fernando Bezerra Coelho.

Em 2016, quando se candidatou a Prefeitura de Petrolina, Miguel Coelho prometeu a população um “Novo Tempo”, no entanto, muitos ainda não conseguem enxergar mudanças profundas entre a atual gestão e a anterior, do ex-prefeito, Júlio Lóssio.

Em busca da aprovação popular, Miguel vai se desdobrando com recursos federais e se movimentando, através de uma agenda plausível, que acontece, principalmente, devido o apoio do presidente da república, Michel Temer, que tem possibilitado aportes financeiros e investimentos para Petrolina.

Apesar do apoio do emedebista, Miguel Coelho, também, compartilha do ônus da rejeição popular do presidente. Ele, o irmão Fernando Filho e o pai Fernando Bezerra Coelho, estão mantendo uma agenda conjunta para reverter à rejeição popular oriunda do Governo de Temer e, nessa semana, visitaram várias obras públicas. (Blog do Robério Sá)

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