A Compesa, os deputados e o seu silêncio sepucral

A Compesa em  Petrolina é sinônimo de transtorno. Todos os dias, em algum bairro, rua, vila da cidade acontece um problema que envolve o nome da Companhia Pernambucana de Saneamento.

Se uma pessoa de outra cidade, de outro estado até,  chegar em Petrolina  e começar a ouvir as rádios locais, a ler os blogs da cidade, aprende logo o nome daquela que é a  empresa pública  mais mal avaliada na cidade.

Junto a isso, aos transtornos e reclamações por parte de moradores, órgãos de impressa, personalidades políticas,  junta-se o silêncio de morte da Compesa e dos seus administradores.

 Tão rara quanto  a semana em que a Companhia Pernambucana de Saneamento  não aparece na mídia local sendo duramente criticada, é sua prestação de contas através de explicações públicas. Parece, até, que a Compesa não possui assessores de comunicação para informar às pessoas comuns, seus verdadeiros donos, sobre os  trabalhos que serão realizados para amenizar, ou sanar, as dores de cabeça geradas pelos canos estourados, buracos, tubulações expostas, mal cheiro, esgoto a céu aberto. Parece que a Compesa não tem explicações a dar

Sob domínio de Eduardo Campos, à falta de explicações  da empresa que mais gera preocupações para os pretolinenses, soma-se o silêncio dos  deputados aliados ao governador.

Se tais políticos  quisessem, através de emendas parlamentares, Petrolina poderia ter uma oferta de água e saneamento básico bem mais eficientes. Os pesadelos gerados pela Compesa poderiam se transformar num sonho bom, teríamos sonos mais tranquilos. Mas não. Aqueles que dizem nos representar calam-se diante do sofrimento causado pela Compesa. Por que será? Mas uma coisa é certa.  Como diz o velho e sábio ditado popular, quem cala consente!

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